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Zé Ramalho é o homenageado de outubro do projeto Gênios da MPB

Gazeta de Rio Preto  - 21/10/2017


A exposição é composta por 20 telas, sendo 10 de cada artista, e acontece no lounge do Starbucks até o dia 29 de outubro.

Compositor, poeta, místico, metafísico, singular. A obra do cantor Zé Ramalho encanta pela profundidade e originalidade. Ele é o homenageado de outubro do projeto "Desenhando com gênios da MPB". Os artistas que se inspiraram em suas músicas são Edna Stradioto e Rafael Cubone.

Composta por 20 telas, 10 de cada artista, a exposição acontece de 19 a 29 de outubro, no Lounge do Starbucks no Riopreto Shopping. O projeto teve início em agosto, com homenagem ao gênio Gilberto Gil, pelos artistas Eduardo Bittencourt e Marcelo Lopes.

O artista Rafael Cubone, de 31 anos, iniciou seus estudos de maneira independente a partir dos 16 anos de idade. Atualmente emprega seu estilo artístico sob influências Neotradicionais, retratando expressões humanas e animais, junto de formas orgânicas e abstratas.

Artista plástico há 10 anos pintando telas e fazendo graffiti. Também trabalha com tatuagem há 5 anos, e é proprietário de Abstrato Estamparia, onde desempenha a função de Design Gráfico há 10 anos.

As telas de Cubone são inspiradas nas músicas: Entre a serpente e a estrela; Trupizupe; Chão de giz; Beira mar; Admirável gado novo; Mistérios da meia noite; Táxi lunar; Eternas ondas; Avohai e Garoto de aluguel.

Já a artista plástica e aquarelista, Edna Carla Stradioto, se inspirou nas música Avo^hai, Batendo na porta do ce´u, Beira-mar, Cha~o de giz, Entre a serpente e a estrela, Mistérios da meia-noite, Sinônimos, Taxi lunar e Admirável gado novo.

Edna é formada em Letras, pela Unesp de Rio Preto, com Mestrado em Letras na arte da ilustração em três clássicos da literatura inglesa. Orientador. Tem curso de curta duração em Literatura e Artes, curso de aquarela com Agnes Cecile na alería La Roja, Sevilla, Espanha, e curso de semiótica – história das formas com Sergio Motta e Aguinaldo Gonçalves.

A artista plástica participou de vários eventos e exposições, entre elas: Mulheres na Arte, 2017, em São Paulo; As Aquarelistas, 2016, Riopreto Shopping, "Tanto faz ou qualquer coisa: histórias da Kaciane", 2016; Tranquilizando a sala de aula: como criar um ambiente educacional mais produtivo, pacífico e feliz, 2016, Rio Preto; 15th Annual First Year Studo Foundation Exhibition, Estados Unidos; Faces, 2015, Biblioteca Municipal de São José do Rio Preto; Mandala bubble stripes girls, 2015, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; Mosaico, 2015, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho; e Retratos relato, 2015, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Zé Ramalho

Nascido José Ramalho Neto, em 03 de outubro de 1949, na cidade de Brejo do Cruz/Paraíba, tornou-se Zé Ramalho. Com dois anos de idade perdeu o pai e passou a ser criado pelo avô, que anos depois foi homenageado pela canção "Avôhai".

Passou a maior parte da sua infância em Campina Grande, e depois mudou-se com a família para João Pessoa, onde chegou a frequentar a faculdade de medicina. Filho de seresteiro iniciou na vida artística cantando em conjuntos de baile inspirados na jovem guarda e no rock inglês. Seu interesse pelos violeiros e literatura de cordel surgiu depois de participar da trilha sonora do filme Nordeste: cordel, repente e canção, em 1974.

Em 1976 mudou-se para o Rio de Janeiro, tocou viola na banda de Alceu Valença e, em 1998, gravou seu primeiro álbum solo "Zé Ramalho". Nele estavam músicas como: Avôhai, Vila do sossego, Chão de giz e Bicho de sete cabeças.

Mas foi em 1979 que se consolidou, ao gravar seu maior clássico: Admirável gado novo. Em 1980, Zé Ramalho participou do Festival de Música Popular da TV Globo, ficando entre os 20 primeiros colocados. Em 1982 Zé Ramalho teve seu nome envolvido em uma grande polêmica, enfrentando um processo de plágio movido pelo poeta irlandês William Yeats. Tudo foi resolvido sem nenhum dado ao cantor paraibano.

Depois de ver sua carreira desacelerar na segunda metade da década de 1980, em 1991 sua canção "Entre a serpente e a estrela" entrou na trilha sonora de uma novela, fazendo o cantor voltar às paradas de sucesso.

Em 1996 novamente se estabilizou na carreira musical. Admirável Gado Novo foi para a trilha de uma novela, e veio o projeto Grande Encontro.

De lá em diante apenas deu um tempo em sua carreira ao precisar fazer uma cirurgia cardíaca. Felizmente tudo correu bem e ele pode voltar aos palcos.

Seu trabalho mais atual é uma caixa comemorativa: Voz e Violão – 40 anos de música.

Zé Ramalho segue levando seu show para todas as partes do Brasil. Sorte a nossa que podemos desfrutar de seu timbre diferenciado e músicas que parecem poesias.

Discografia

1975 – Paêbirú

1978 – Zé Ramalho

1979 - A peleja do diabo com o dono do céu

1981 – A terceira lâmina

1982 – Força verde

1983 – Orquídea negra

1984 – Por aquelas que foram bem amadas (Pra não dizer que não falei de rock)

1985 – De gosto de água e de amigos

1986 – Opus Visionário

1987 – Décimas de um cantador

1991 – Brasil Nordeste

1992 – Frevoador

1996 – Cidades e Lendas

1996 – 20 anos de carreira (caixa)

1997 – Antologia Acústica

1998 – Eu sou todos nós

1999 – 20 Supersucessos Zé Ramalho – volume II

2000 – O grande encontro III

2000 – Profecias para o novo milênio

2001 – 16 sucessos de Zé Ramalho

2001 – Zé Ramalho canta Raul Seixas

2002 – Perfil

2002 – O gosto da criação

2002 – 20 anos antologia acústica

2003 – Zé Ramalho

2003 – Estação Brasil

2004 – Zé Ramalho Duetos

2005 – 20 Supersucessos – Zé Ramalho

2005 – Zé Ramalho – ao vivo

2006 – Nação Nordestina

2007 – Parceria dos viajantes

2007 – Zé Ramalho em foco

2008 – Zé Ramalho da Paraíba

2001 – Zé Ramalho canta Bob Dylan – Tá tudo mudado

2009 – Zé Ramalho canta Luiz Gonzaga

2010 – Zé Ramalho canta Jackson do Pandeiro

2010 – A caixa de pandora (caixa)

2011 – Zé Ramalho canta Beatles

2012 – Sinais dos tempos

2014 – Fagner e Zé Ramalho ao vivo

2016 – Voz e Violão – 40 anos de música (caixa)